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Resumo AdGuard: Google pode te dever dinheiro, app espião hackeado, DuckDuckGo introduz seu navegador e mais

Nesta edição do resumo AdGuard: gigante da tecnologia dos anúncios é multado por criar perfis de usuários sem o seu consentimento; Google pode estar te devendo (um pouco) de dinheiro; um app rastreador para celular sofre vazamento de dados; músicas e jogos feitos por IA são banidos e DuckDuckGo leva o seu navegador focado em privacidade ao Windows.

Google aceita a derrota em processo relacionado à privacidade, e você ganhar uma parte

Se você usou o mecanismo de pesquisa do Google entre 2006 e 2013, você provavelmente tem direito a uma parte dos 23 milhões de dólares que a empresa concordou em pagar para colocar fim a um processo público. A ação judicial de 2013 alega que o Google compartilhava o histórico de buscas des usuários com terceiros sem permissão.

O aviso de um acordo proposto diz que todas as pessoas que clicaram em um link de busca entre 25 de outubro de 2006 e 30 de setembro de 2013 têm direito a uma parte do pagamento. No entanto, como está atualmente, pode não ser muito - $7,70 por pessoa - e essa quantia pode diminuir ainda mais se o número de solicitações aprovadas aumentar. No entanto, pode-se argumentar que a satisfação moral obtida é impagável. O prazo para fazer uma solicitação (ou optar por processar o Google separadamente, caso queira) é 31 de julho. A ação judicial acusa o Google de "armazenar e divulgar de forma intencional, sistemática e repetida" informações pessoais sensíveis dos usuários para terceiros, o que constituiu uma violação das próprias promessas de privacidade do Google aos usuários.

Esse acordo, se aprovado, é uma pequena vitória para os usuários preocupados com a privacidade que desejam responsabilizar o Google por suas práticas insatisfatórias em termos de proteção de privacidade. Como parte do acordo, o Google terá que atualizar sua página de perguntas frequentes para esclarecer os termos de compartilhamento de dados, resultando em mais transparência para os usuários. Isso é uma boa notícia. No entanto, isso não apaga os riscos que os usuários possam ter enfrentado ou ainda possam enfrentar devido ao compartilhamento do histórico de busca na web pelo Google com terceiros. Também vale lembrar que o Google tem um histórico lamentável quando se trata de respeitar a privacidade dos usuários e cumprir suas promessas - você pode ler mais sobre isso aqui - então não devemos criar grandes expectativas de que a forma como ele lida com dados mudará fundamentalmente em breve.

Gigante dos anúncios francês é multado em 44 milhões de dólares por criar perfis publicitários dos usuários

A empresa francesa de adtech, Criteo, foi multada em $44 milhões por violar a legislação europeia de privacidade, ao não obter o consentimento das pessoas para rastreá-las e exibir anúncios a elas.

A CNIL, autoridade de proteção de dados da França, afirmou que a empresa utilizou cookies de rastreamento para monitorar usuários na web e analisar seus hábitos de navegação. A empresa coletou dados de mais de 370 milhões de usuários na União Europeia, e embora os dados não incluíssem seus nomes, era possível identificar os usuários novamente "em alguns casos", de acordo com a CNIL. A autoridade afirmou que a Criteo violou a lei de privacidade da UE, conhecida como GDPR, de várias maneiras, incluindo a falta de demonstração de consentimento do usuário para o processamento de dados, uma política de privacidade vaga e a não exclusão de todos os dados coletados sobre os usuários quando solicitado. A Criteo, que desde então revisou suas políticas, contestou a multa e argumentou que suas ações não foram intencionais e não causaram "risco para indivíduos ou qualquer dano".

Naturalmente, não concordamos com essa afirmação, pois ela implica que os direitos de privacidade incorporados no GDPR não são tão importantes e que sua suposta violação pode ser negligenciada. No entanto, esse caso também mostra que os reguladores, pelo menos na UE, estão adotando uma postura mais rigorosa em relação às empresas que monitoram as atividades online das pessoas para fins publicitários, obrigando-as a serem pelo menos transparentes a respeito.

DuckDuckGo leva o seu navegador focado em privacidade ao Windows

A DuckDuckGo, uma empresa conhecida por seu mecanismo de busca focado em privacidade, lançou um navegador para o Windows. O navegador ainda está em versão beta e espera-se que adicione novos recursos. No entanto, ele já possui um arsenal de ferramentas anti-rastreamento e segurança bastante impressionante.

Alguns desses recursos incluem o Duck Player, que permite assistir ao YouTube sem anúncios e recomendações de vídeo irritantes, e um recurso de bloqueio de rastreadores que impede que rastreadores de terceiros sejam carregados. Ele também oferece melhor criptografia para links, um botão Fire para limpar instantaneamente os dados de navegação recentes, ausência de pop-ups de cookies e proteção de e-mail. Considerando que o Windows ainda é o principal sistema operacional para desktops do mundo com uma grande margem, sua inclusão no portfólio do DDG é uma adição bem-vinda que pode ajudar muitas pessoas a desfrutar de mais privacidade online. Isso é, se decidirem deixar o Chrome, que detém mais de 66% do mercado de navegadores para desktop.

A chegada do DuckDuckGo ao Windows é uma ótima notícia para os usuários preocupados com a privacidade, que desejam ter mais controle sobre seus dados online e evitar ser rastreados por terceiros. Esperamos que mais pessoas experimentem. No entanto, também devemos reconhecer que será difícil persuadir muitos usuários a abandonar o Chrome, que possui uma grande participação de mercado e uma base de fãs leais, muitas vezes inconscientes dos riscos de privacidade envolvidos em seu uso.

App popular de spyware é hackeado: quando os mocinhos se tornam os vilões

Um app de monitoramento de celulares chamado LetMeSpy foi hackeado, expondo os dados de milhares de usuários e das vítimas destes usuários.

O aplicativo permite aos usuários monitorar chamadas, mensagens, localização e outras atividades dos telefones onde está instalado remotamente. Embora se apresente como um aplicativo usado para fins legítimos, como controle parental e monitoramento de funcionários, também pode ser usado para espionar vítimas desprevenidas. O aplicativo é especificamente projetado para ser difícil de detectar ou remover, pois seu ícone não aparece na tela inicial do telefone, como costuma acontecer com outros aplicativos. O TechCrunch relatou que o banco de dados hackeado surgiu online e inclui "anos de registros de chamadas e mensagens das vítimas", afetando pelo menos 13.000 dispositivos Android. Uma análise posterior do vazamento feita pelo hacker e desenvolvedor "Maia Arson Crimew" revelou que ele incluía arquivos de chamadas e mensagens descriptografados, e-mails e hashes de senhas.

Esse incidente destaca o perigo crescente dos aplicativos de spyware e como eles podem se esconder à vista de todos, bem como suas falhas de segurança. Recomendamos que os usuários que acreditam estar em alto risco de serem espionados verifiquem regularmente seus telefones com ferramentas que possam detectar aplicativos desse tipo, como o Malwarebytes ou o TinyCheck. Os usuários também devem ter cuidado para não entregar seus telefones a estranhos ou deixá-los desbloqueados e sem supervisão, pois isso poderia permitir que alguém instalasse malware em seus dispositivos sem o conhecimento deles.

Arte gerada por IA é banida do Grammy e da Steam

Uma das consequências do aprimoramento das ferramentas de IA na criação de obras de arte que rivalizam com as feitas por humanos é que as pessoas desejam usar conteúdo gerado por IA para fins comerciais. Algumas empresas estão abertamente adotando a IA, outras a proíbem completamente e algumas estão tentando encontrar um meio-termo.

Um exemplo é o Grammy, o prêmio de música mais prestigioso, que recentemente atualizou seus critérios de elegibilidade para refletir os avanços no campo da IA. As diretrizes atualizadas afirmam que obras, como músicas, geradas inteiramente por IA ou com um envolvimento humano "de minimis", não são elegíveis para os prêmios. Portanto, a IA ainda não pode ganhar um Grammy. No entanto, os indicados podem incluir "elementos de material de IA" em seu trabalho, mas o componente humano deve ser "significativo".

Enquanto isso, o Steam, a maior loja online de jogos digitais do mundo, de propriedade da Valve, também parece estar resistindo a obras de arte geradas por IA. O Steam teria rejeitado um jogo que, segundo o desenvolvedor, continha
"sinais óbvios de IA", devido ao medo de repercussões legais. A Valve informou ao desenvolvedor que o conteúdo gerado por IA era baseado em material protegido por direitos autorais usado para treinar o modelo que o produziu.

Já escrevemos bastante sobre a ambiguidade jurídica que envolve o uso de conteúdo gerado por IA devido à forma como os modelos de IA são geralmente treinados. As empresas por trás dos modelos de IA afirmam que, ao treiná-los com materiais coletados da Internet, incluindo materiais protegidos por direitos autorais, estão exercendo o fair use. No entanto, essa afirmação é altamente questionável. Várias ações judiciais foram movidas contra sites e empresas de IA alegando violação de direitos autorais, sendo uma das mais recentes movida por Robert Kneschke, um fotógrafo de banco de imagens na Alemanha. Nós cobrimos o caso dele em detalhes aqui.

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