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Resumo AdGuard: mercado de dados do Google, rumores de anúncios no WhatsApp e mais

Nesta edição do resumo de notícias AdGuard: Google investigado por questões de privacidade na Holanda; Adobe paga criadores por uso de imagens no treinamento de Inteligência Artificial; Reino Unido adia o fim da criptografia E2E; WhatsApp pode estar considerando introduz anúncios; X (antes Twitter) quer que seus usuários façam upload de seus documentos de identidade para verificação na plataforma.

“Leilão de anúncios” do Google é questionado Holanda

O Google foi acusado de monitoramento intrusivo por mais de 82 000 pessoas que assinaram uma ação judicial pública contra o gigante da tecnologia na Holanda. O Google foi acusado de coletar dados de comportamento online, inclusive localização, com pouca transparência e sem o seu consentimento explícito de seus usuários. Tudo isso para vendê-los para quem pagar mais.

O processo cita pesquisas sobre o Google, que revelaram que os famosos “leilões de anúncios”, nos quais as atividades na internet e a localização dos usuários da União Europeia são vendidos, acontecem em média 380 vezes por dia”.

Diferente da Meta, outro gigante da tecnologia, o Google, escapou relativamente intacto das garras dos órgãos reguladores da União Europeia. No ano passado, o principal órgão fiscalizador da União Europeia chegou a ser processado por ativistas por não investigar “o maior vazamento de dados de todos os tempos”, como são chamados os leilões do Google que permitem a venda de dados pessoais em tempo real.

Esperamos que haja mais interesse por parte da corte holandesa, onde o caso foi iniciado. O Google estava tentando construir uma imagem de campeão em privacidade, e o seu plano de acabar com os cookies de rastreamento seria a cereja do bolo. No entanto, o sucessor dos cookies Topics é tão ruim quanto apontado por nós e por empresas como a Apple e a Mozilla. Ao introduzir o Topics no Chrome, o Google essencialmente fez com que as suas plataformas de rastreamento de usuários seja uma função nativa do navegador. Aprenda como não dar permissão para isso em nosso artigo.

Adobe começa a pagar pela ajuda no treinamento de IA

Enquanto o Google afirma ter o direito de se apederar de tudo o que você posta online e usar isso para treinar a sua Inteligência Artificial, a Adobe está seguindo um caminho diferente. Para treinar o Firefly, seu modelo de Inteligência Artificial generativa, a empresa utiliza apenas conteúdo cujos direitos autorais estão em sua posse, domínio público ou então da sua plataforma de imagens Adobe Stock. Mas não para por aí. A Adobe agora começou a honrar a sua promessa de compensar os criadores do Adobe Stock que podem estar perdendo dinheiro devido à adoção generalizada da Inteligência Artificial.

O anúncio dessa novidade coincide com o lançamento oficial do Firefly. A funcionalidade estava em processo de testagem beta desde março e foi utilizada para gerar aproximadamente 2 bilhões de imagens neste período. O bônus será calculado individualmente e dependerá do número e de imagens usadas e de sua popularidade durante o período de treinamento da IA, que durou de junho de 2022 até junho de 2023. A declaração da Adobe afirmava que “um bônus subsequente” será baseado em novas imagens aprovadas e nas licenças que elas geraram, o que implica que os criadores seriam recompensados por imagens específicas apenas uma vez, mesmo que elas continuem a gerar lucro para a Adobe através do Firefly.

Esta abordagem pode não parecer muito generosa, já que a Adobe ressalta que o pagamento está sujeito à sua própria análise e “não é garantido”. No entanto, mesmo isso é melhor do que nada e uma ação como essa pode acabar inspirando outras empresas.

Reino Unido desiste de seu plano que ameaça a criptografia, mas ainda é cedo para comemorar

Há algum tempo, nós escrevemos sobre o plano do governo do Reino Unido de obrigar provedores de serviços, incluindo serviços de troca de mensagens, a escanear chats criptografados em busca de pornografia infantil. O plano, que seria colocado em prática através da Online Safety Bill, gerou críticas da Signal, do WhatsApp e da Apple, que ameaçaram encerrar suas operações no país caso fosse levado adiante. Por isso, o governo do Reino Unido afirmou que não usaria os poderes da lei para forçar o escaneamento de mensagens e reconheceu que, atualmente, não existe nenhuma tecnologia que permitiria isso sem quebrar a criptografia de ponta a ponta.

Enquanto alguns nomes da indústria, principalmente Meredith Whittaker da Signal, afirmaram que a decisão do governo do Reino Unido teria sido “uma vitória” para os aplicativos de troca de mensagens com criptografia de ponta a ponta, ainda não é o momento de ficarmos tão otimistas. Embora o governo britânico tenha prometido não forçar as empresas a utilizar tecnologias não testadas para espiar seus usuários, ele pode tentar aplicar a “cláusula espiã” no futuro se alguma tecnologia melhor e mais segura (ao menos aos olhos das autoridades) for desenvolvida no futuro. Este recuo do governo do Reino Unido, no entanto, representa um alívio ao mesmo tempo para os usuários e provedores de serviços. Só não sabemos quanto tempo isso vai durar.

Apesar do fato de a “cláusula espiã” não ter sido removida da lei e de o governo do Reino Unido não ter dado garantias de seus usos futuros, este caso mostra que a pressão, quando organizada por vários grupos, é uma estratégia que funciona. Se a Signal, a Element, a Session, a Threema, a Viber, o WhatsApp e a Apple não tivessem formado uma frente unida, haveria pouca chance de o governo desistir de sua decisão inicial.

WhatsApp nega que terá anúncios. Alarme falso?

Em uma notícia bombástica, o Financial Times reportou que o WhatsApp estaria considerando inserir anúncios nas listas de chats como forma de aumentar o seu lucro. O veículo de informação informou que diferentes equipes do aplicativos de mensagens da Meta estariam discutindo a exibição de anúncios pela primeira vez na história do WhatsApp e que nenhuma decisão definitiva teria sido tomada.

A história imediatamente ganhou muita repercussão e, em algumas horas, uma resposta de um dos líderes do WhatsApp, Will Cathcart, surgiu. “Esta notícia do @FT é falsa. Nós não estamos fazendo isso,escreveu Cathcart no X. Ainda assim, o FT defendeu sua história, afirmando que, logo antes da publicação, eles entraram em contato com o WhatsApp e ninguém negou que isso estava sendo discutido. Citando fontes de dentro do WhatsApp, o Financial Times também informou que outra opção também estava sendo considerada: uma versão paga sem anúncios do WhatsApp.

Nós não podemos afirmar com certeza se a reportagem do FT foi um alarme falso ou se de fato existe um fundo de verdade. O fato é que não ficaríamos surpresos se o WhatsApp de fato estivesse considerando introduzir anúncios, afinal, essa não seria a primeira vez. O WhatsApp já havia considerado mostrar anúncios na sessão ”Status”, mas acabou deixando isso de lado em 2020 após a controvérsia. Uma coisa é verdade: se o WhatsApp um dia decidir de fato implementar esta ideia, ele poderá contar com todo o aparato de publicidade dirigida da Meta, e isso não é uma boa notícia para a sua privacidade.

X revela sistema de verificação com base em documentos de identidade

O X, antes Twitter, começou a oferecer aos assinantes de sua versão paga uma nova forma de verificação. Agora, eles podem fazer upload de seu documento de identidade emitido pelo governo junto de uma selfie e obter o símbolo de “verificado por ID” em seu perfil junto de “suporte prioritário”.

O Twitter apresentou um novo método de verificação

Ao fazer upload de uma foto do seu ID em uma plataforma que não havia sido transparente sobre o uso de seus dados no passado, você já está corrento riscos, o que é agravado ainda mais pelo fato de que o X contratou a firma de inteligência Au10tx para lidar com o reconhecimento facial. A empresa de Israel deverá reter as informações recebidas pelos usuários por 30 dias.

Usuários têm dúvidas sobre a segurança da nova funcionalidade

Independentemente da origem da firma, o que de fato importa é que os usuários se sentem incomodados em compartilhar dados pessoais tão sensíveis quanto um documento de identidade com terceiros. Isso pode deixá-los expostos ao roubo e fraude de identidade em caso de vazamento ou mau uso por parte da Au10tix ou do X. Além disso, este dado pode ser explorado pelo X ou outras empresas para criar perfis de usuário com base em sua identidade real, localização, idade e outros dados que podem ser obtidos a partir de um documento de identidade. Por mais que estes receios possam parecer exagerados, eles não são infundados: o Twitter já usou os números de telefone e emails dos usuários para a publicidade direcionada ao afirmar os estar usando apenas por questões de segurança.

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