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Google mostra quem manda, Telegram checa o terreno e DuckDuckGo abre portas. Resumo de notícias AdGuard

Nesta edição do resumo AdGuard: Google bloqueia a conta de um pai por enviar foto de seu filho ao médico; DuckDuckGo inaugura seu serviço de e-mail seguro; Telegram consulta seus usuários em pesquisa; Google proíbe aplicativos VPN que bloqueiam anúncios; o gerenciador de senhas mais popular do mundo é atingido por um ataque de hackers.

Google deleta conta de um usuário por "abuso sexual infantil" que nunca aconteceu

O Google denunciou um homem à polícia por enviar uma foto dos genitais de seu filho a um médico, e se recusou a restabelecer a conta do pai mesmo depois de que uma investigação policial esclareceu o ocorrido, informou o New York Times.

Um pai de São Francisco, Califórnia, compartilhou as fotos consideradas suspeitas pelo algoritmo de IA do Google a pedido de um pediatra em meio à pandemia de Covid-19, quando as visitas médicas presenciais estavam restritas. A IA marcou as fotos que mostravam o pênis do menino como CSAM (Material de abuso infantil). Por procedimento padrão, as imagens foram então verificadas por um moderador de conteúdo humano e encaminhadas à polícia. Após a polícia investigar toda a conta Google do homem (suas buscas na internet, seu histórico de localização, suas mensagens, documentos, fotos e vídeos), descobriu-se que nenhum crime havia ocorrido. Mesmo assim, o Google manteve sua decisão de bloquear a conta do pai. Os múltiplos recursos apresentados ao Google foram em vão.

Como resultado, o homem perdeu o acesso não só ao seu e-mail, mas também ao seu telefone (ele usava o serviço de telecomunicações do Google).

A história é mais um exemplo dos poderes excessivo do Google quando se trata de vigilância. A análise de imagens pela IA é um mal necessário para proteger as crianças, e os moderadores humanos devem eliminar os falsos positivos. Entretanto, como podemos ver, o sistema não funcionanda perfeitamente. A verdade é que, se você tiver algum problema com o Google, resta pouca esperança, uma vez que processar o gigante da tecnologia envolve esforços longos e excessivos.

"De portas abertas!" DuckDuckGo afirma que seu serviço de email com proteção contra rastreadores está disponível para todos

A partir de agora, todos podem se cadastrar no serviço de proteção de e-mail focado em privacidade da DuckDuckGo. Ele encaminha mensagens para um endereço @duck.com, elimina rastreadores e as envia de volta para seu endereço, novinho em folha. Como bônus, os usuários podem ainda ver quais rastreadores a DDG removeu de seu email (se houver). Antes, o serviço estava disponível através de uma lista de espera, e agora entrou na fase beta aberta.

DuckDuckGo removerá rastreadores de email
Foto: Erik Mclean/Unsplash

Também é possível configurar um número ilimitado de endereços "descartáveis" com o serviço. As mensagens destes endereços também serão escaneadas em busca de rastreadores e encaminhadas para seu e-mail habitual. Além disso, a DDG atualizará links HTTP, considerado inseguros, para HTTPS, protegendo, assim, os usuários contra phishing. Também é possível usar uma conta de e-mail da DDG para responder diretamente às mensagens.

Rastreadores podem espionar seus e-mails recebidos e enviados, rastrear sua localização e te bombardear com anúncios, portanto, qualquer solução que nos ajude a nos livrar deles é sempre bem-vinda. Parece haver muitos prós a este serviço de privacidade, e simplesmente não pudemos encontrar nenhum inconveniente. Portanto, nosso conselho é: experimente.

Compartilhar ou não? Eis a questão! Telegram consulta alemães sobre que dados compartilhar com a polícia

"Seu destino está em suas mãos." É o que o Telegram disse aos alemães, ao pedir que ponderassem se deveriam compartilhar dados de usuários com as autoridades policiais e, em caso afirmativo, sob quais circunstâncias.

Uma pesquisa recente do Telegrama pediu aos alemães que escolhessem uma dentre aas três opções de privacidade seguintes. A primeira reafirma o estado atual da política do serviço, e permitiria que o Telegram continuasse entregando endereços IP e números de telefone de suspeitos de terrorismo à polícia, mas somente com uma ordem judicial. A segunda opção, que o Telegram descreveu como "totalmente nova," permitiria que o serviço entregasse endereços IP e números de telefone de suspeitos de "crimes graves," independentemente da existência ou não de uma ordem judicial. Já na terceira opção, o Telegram não seria entregaria sob nenhuma circunstância quaisquer dados às autoridades policiais. Esta útima aproximaria o Telegram do serviço de troca de mensagens Signal, centrado na privacidade.

Telegrama pede a opinião dos usuários sobre compartilhamento de dados
Foto: Dima Solomin/Unsplash

De acordo com os resultados preliminares divulgados pela mídia alemã, a maioria dos participantes (39%) votou a favor da manutenção do status quo, em que o Telegram pode entregar dados de suspeitos de terrorismo somente e somente se houver uma ordem judicial. 37% votaram pela mais rigorosa opção de não compartilhamento, enquanto 20% endossam compartilhar os dados dos suspeitos sem uma ordem judicial. Mais de 2,2 milhões de usuários de telegramas com números de telefone alemães participaram da pesquisa.

O Telegram há muito se orgulha de ser um mensageiro orientado à privacidade. E embora as conversas no Telegram não contem com criptografia de ponta a ponta por padrão (os usuários precisam ativar o modo de bate-papo secreto para isso), o serviço afirmou nunca ter compartilhado mensagens privadas ou contatos com terceiros. Embora não esteja claro se o Telegram vai ou não introduzir alguma mudança em sua política após a pesquisa, ele parece estar sondando o terreno. Esperamos que o Telegram não entre na onda de menos privacidade e mais compartilhamento de dados.

Governo dos EUA processa empresa por vender dados precisos de geolocalização

A agência do governo americano acusou o corretor de dados Kochava de não proteger a privacidade de seus usuários ao vender dados de geolocalização coletados de "centenas de milhões de dispositivos móveis". Os dados são vendidos a terceiros, permitindo que potencialmente identifiquem usuários, incluindo aqueles que buscam abortos ou tratamento para dependência química.

De acordo com a Comissão Federal de Comércio, o Kochava facilitou o rastreamento para seus clientes, em alguns casos até mesmo gratuitamente. Em seu site, a empresa ofereceu uma generosa amostra grátis dos dados coletados nos sete dias anteriores ao pedido de assinatura. Essa amostra permitiu à FTC identificar um dispositivo móvel que visitou uma clínica de aborto e localizar o provável endereço residencial do usuário. A ação judicial exige que o Kochava pare de vender "dados sensíveis" de geolocalização e apague os já coletados. O corretor de dados, por sua vez, disse que está em conformidade com as leis de privacidade.

Corretores de dados podem vender dados sensíveis de localização a terceiros
Foto: Maxim Hopman/Unsplash

Atualmente, não há nenhuma lei federal de proteção de privacidade nos EUA, embora vários estados tenham aprovado sua própria lei. Este é um dos lados do problema. O outro, entretanto, é o próprio negócio de venda de dados. Não importa se os dados coletados e vendidos sejam ou não "sensíveis" do ponto de vista do governo. A questão é que estes dados são frequentemente coletados sem o conhecimento do usuário, sendo vendidos a quem estiver disposto a comprá-los e usados para uma variedade de propósitos, incluindo publicidade direcionada. Ironicamente, o próprio governo americano é conhecido por comprar dados de geolocalização em massa de corretores de dados*.

Anúncios não passarão! Google derruba apps VPN que interferem em anúncios

O Google confirmou que aplicativos VPN, cuja principal funcionalidade é fornecer serviços de rede privada virtual, não poderão ser usados para "manipular anúncios que possam impactar a monetização de aplicativos". A proibição foi incluída na política atualizada para desenvolvedores do Google Play Store. A previsão é de que ela entrará em vigor a partir de 1º de novembro.

A atualização, no entanto, não deve criar grandes transtornos para os aplicativos já existentes. DuckDuckGo, que usa a funcionalidade VPN do Android para filtrar o tráfego da rede e bloquear rastreadores em seu navegador móvel centrado em privacidade, disse ao The Register que não espera ser afetado pela nova política.

O Google está protegendo os anunciantes
Foto: Joshua Earle/Unsplash

Na verdade, a política atualizada do Google não representa nada de novo. O Google já proíbe aplicativos de bloqueio de anúncios em sua Play Store, embora permita bloqueadores de anúncios e plug-ins de navegador com esta funcionalidade. A atualização na política voltara a afirmar o óbvio: o Google está se aproveitando de sua posição dominante no mercado para restringir as ferramentas de bloqueio de anúncios.

Gerenciador de senhas com 33 milhões de usuários sofre ataque de hackers

O LastPass, o gerenciador de senhas mais popular do mundo, foi alvo de um ataque de hackers. A empresa disse que os atores da ameaça acessaram "partes do ambiente de desenvolvimento da LastPass" através de uma conta de desenvolvedor comprometida. Em um post de blog, a LastPass alegou que, apesar de os hackers terem roubado partes de código fonte e informações técnicas de proprietário, eles não tiveram acesso às senhas mestras dos clientes. As senhas de um usuário são armazenadas em um cofre criptografado e, da mesma forma como uma combinação é necessária para abrir um cofre físico, uma senha mestra é essencial para que se possa acessar o gerenciador de senhas.

A empresa enfatizou que a LastPass "jamais poderá saber ou obter acesso " às senhas mestras dos clientes devido ao seu "modelo de conhecimento zero".

A LastPass cria e salva senhas geradas automaticamente para contas em nome dos usuários, poupando o trabalho de lembrar senhas e fazer login manual em sites. Em geral, usar um gerenciador de senhas é uma ótima maneira de manter suas senhas seguras e prontamente acessíveis ao mesmo tempo.

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AdGuard para Windows é mais do que um bloqueador de anúncios. É uma ferramenta multiusos que bloqueia anúncios, controla o acesso a sites perigosos, acelera o carregamento de páginas e protege as crianças de conteúdos impróprios.
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Ao contrário de outros bloqueadores de anúncios, o AdGuard foi projetado pensando nas especificações do macOS. Não só fornece defesa contra anúncios no Safari e outros navegadores, mas também lhe protege contra rastreamento, phishing e fraudes.
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As extensões de bloqueio de anúncios para o Safari estão enfrentando dificuldades desde que a Apple começou a forçar o uso do novo SDK para todos. A extensão AdGuard deve trazer de volta a alta qualidade de bloqueio de anúncio para o Safari.
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O AdGuard Home é um servidor de DNS para bloqueio de anúncios e rastreamento em toda a rede. Depois de configurá-lo, ele abrange TODOS os seus dispositivos domésticos e você não irá precisar de nenhum programa instalado. Com o surgimento da Internet das coisas e dispositivos conectados, torna-se cada vez mais importante poder controlar toda a sua rede.
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O Bloqueador de Conteúdo do AdGuard elimina todos os anúncios em navegadores para dispositivos móveis que ofereçem suporte a tecnologia para bloqueio de conteúdo — ou seja Samsung Internet e Yandex Browser. Embora seja mais limitado do que o AdGuard para Android, ele é gratuito, fácil de instalar e ainda oferece alta qualidade de bloqueio de anúncios.
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